Conga



One party a month in a diferente spot of the city. Very popular. O Wild Boy, o Enfant Terrible da noite de Lisboa, nasceu de pai homossexual e de mãe transgénero, cresceu na cultura desviante das noites subterrâneas de Lisboa como um reflexo do movimento criativo, ousado, subversivo e sempre à frente do seu tempo. Fundado em Junho de 2011, desde cedo abriu portas a um universo favorável à combustão dos corpos mais dormentes e das mentes mais introvertidas. No Conga reina a criatividade individual e a excentricidade. Os devaneios concretizaram-se sem esforço e oposição.

O Conga tornou-se um caso de sucesso, cuja reputação ultrapassou a própria cidade, ajudando a pregar a energia da noite ‘gay’ de Lisboa por toda essa Europa fora. E não só!
O público assume-se espontaneamente como ator de cada evento, reinventando a cada noite a sua própria mitologia. Por lá dominam os ‘jocks’ de tronco suado e ‘cap’ revirado, as meninas de topless selvagem, as ‘queens’ voluptuosas com lábios vermelhos brilhantes, saltos altos e ‘bustiers’ de couro, os ‘daddys’ de olhar dominador e ‘harness’ apertado e os demais protagonistas que arrastam ‘looks’ excêntricos e encarnam criaturas ultrajantes.

Cinco anos, cinco amigos, cinquenta e quatro festas (sim leste bem, 54! Três delas no Porto!) são sinónimo de Conga Club e Conga Club quer dizer família, quer dizer amor, quer dizer futuro, quer dizer orgulho, quer dizer música, quer dizer vídeos, risos, copos, cenas nas casas de banho, gajos giros e miúdas lindas, quer dizer que sou eu, que és tu, que somos energia, somos a revolução da noite que se estende pela manhã e pelos restantes dias do mês em que ansiamos pela a próxima festa.

Os seus cinco organizadores dizem que a rotatividade de espaços dá à Conga o espaço para ser quem ela é. (Enquanto o Conga não é realmente uma pessoa de carne e osso, aqueles que a conhecem referem-se à festa com o pronome feminino.) Agora chegou a vez que levar o devaneio Conga ao Estúdio TimeOut! “É um caldeirão”, dizem uns. Todos aqueles que entram no Conga, deixam um monte de inibições para trás da porta.

Embora permaneçamos focados na underground dance music que lembra os tempos de ouro do disco, house e techno, a popularidade da Conga entre os opinion makers da capital empurrou-a cada vez mais para o mainstream.

CONGA
One party. Fits all.

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